1-Jesus Cristo nunca rejeitou pecadores
Boa parte do povo evangélico que conheci até hoje (e eu nasci em berço evangélico…) interpreta erroneamente o texto de 2 Cotíntios 6.14, que diz “Não vos prendais a um jugo desigual com os incrédulos; pois que sociedade tem a justiça com a injustiça? ou que comunhão tem a luz com as trevas?”.
Falam de separação entre luz e trevas como se os ímpios fossem leprosos, aos quais devêssemos evitar a todo custo para não sermos contaminados.
Jesus, no entanto, nunca rejeitou a nenhum pecador, por mais “grave” que fosse seu pecado. De fato, sua única oposição foram os Religiosos, ou seja, aqueles que se julgavam justos e merecedores da benevolência de Deus.
Foi esse povo arrogante que Jesus chamou “Insensatos e cegos”. (Mateus 23.17)
Foi esse povo religioso que Jesus censurou no capítulo 23 de Mateus, chamando-os de “Sepulcros caiados”, por usarem a máscara da hipocrisia para esconderem a podridão e sujeira de seus corações rebeldes.
No entanto, nunca vi Jesus rejeitando um pecador sequer.
Ele não rejeitou o corrupto cobrador de impostos, Zaqueu. (Lucas 19)
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